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Oferecemos serviços de contabilidade, consultoria tributária, consultoria contábil e auditoria, personalizados para pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares e restaurantes e empresas de médio porte. Nosso foco é organizar suas finanças e impulsionar seu crescimento.

 

Atendemos negócios de diversos portes e setores, como donos de pet shops, gestores de indústrias, profissionais da saúde, empreendedores de e-commerce, proprietários de bares e restaurantes e empresas de médio porte que buscam soluções financeiras práticas e estratégicas.

Analisamos sua operação e identificamos oportunidades legais de redução de carga tributária, ajustando seu enquadramento fiscal e aproveitando benefícios específicos para seu segmento, seja ele saúde, e-commerce ou outro.

A contabilidade cuida das obrigações diárias, como livros fiscais e folha de pagamento. Já a consultoria contábil vai além, oferecendo planejamento financeiro e estratégias para melhorar seus resultados, adaptadas ao seu negócio.

Após o primeiro contato, avaliamos suas necessidades em até 48 horas e iniciamos o processo de transição ou implementação. O prazo exato depende da complexidade do seu negócio, mas nosso objetivo é agilidade.

Sim! Prestamos serviços em todo o Brasil, com atendimento remoto eficiente e suporte adaptado às particularidades fiscais de cada região.

Com certeza! Atendemos desde pequenos pet shops e restaurantes até indústrias e empresas de médio porte. Personalizamos nossos serviços para que você tenha o suporte certo, sem pagar por algo que não precisa.

Entre em contato pelo nosso site, telefone ou e-mail. Vamos entender suas necessidades e enviar uma proposta sob medida em até 24 horas.

Sim, realizamos auditorias detalhadas para garantir a transparência e a conformidade do seu negócio, identificando pontos de melhoria e reduzindo riscos financeiros.

Geralmente, pedimos documentos básicos como contrato social, faturamento recente e últimas declarações fiscais. Após a análise inicial, informamos se algo mais é necessário.

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Fotografia editorial corporativa profissional, realista e natural, em formato horizontal 16:9. Mostrar um pequeno empresário brasileiro sentado à mesa de trabalho, analisando documentos financeiros genéricos e um notebook aberto, com expressão de preocupação moderada e concentração ao avaliar os resultados da empresa. Ao lado dele, um contador brasileiro conversa de maneira acolhedora e profissional, orientando-o sobre a organização financeira do negócio

Por que minha empresa vende bem, mas o dinheiro nunca sobra? 7 causas que você precisa investigar

Sua empresa vende todos os meses, os clientes fazem pagamentos, as contas bancárias movimentam valores consideráveis, mas, quando chega o final do mês, parece que o dinheiro desapareceu? Essa situação é mais comum do que muitos empresários imaginam. O negócio pode apresentar um faturamento crescente e, ainda assim, enfrentar dificuldades para pagar fornecedores, manter as contas em dia ou realizar investimentos. O problema é que faturar bem não significa necessariamente lucrar bem. Em muitos casos, o dinheiro que entra na empresa já está comprometido com custos, despesas operacionais, impostos, compromissos financeiros e outras obrigações. Em outros, o negócio pode até gerar lucro, mas apresentar dificuldades de caixa por causa dos prazos de recebimento e pagamento. A boa notícia é que existem maneiras de investigar o que está acontecendo e identificar oportunidades de melhoria. Neste artigo, você vai conhecer sete causas que podem explicar por que sua empresa vende bem, mas não consegue fazer o dinheiro sobrar, além de descobrir quais medidas podem ajudar a melhorar os resultados financeiros. 1. Você está confundindo faturamento com lucro Uma das primeiras questões que precisam ser esclarecidas é a diferença entre faturamento, lucro e dinheiro disponível na conta bancária. Embora esses conceitos estejam relacionados, eles representam coisas diferentes. Faturamento corresponde, de forma geral, ao valor das vendas ou dos serviços prestados em determinado período, observados os critérios aplicáveis à atividade e ao reconhecimento das receitas. Lucro é o resultado positivo obtido depois de considerar os custos, as despesas e os demais componentes pertinentes à apuração do resultado. Já o saldo bancário representa o dinheiro disponível em determinada conta naquele momento. Ele não revela, isoladamente, se a empresa está lucrativa ou financeiramente saudável. Imagine uma pequena empresa de prestação de serviços com os seguintes resultados mensais ilustrativos: Descrição Valor mensal Receita de serviços R$ 30.000 Despesas com pessoal e prestadores R$ 10.000 Aluguel, sistemas e despesas administrativas R$ 4.000 Outras despesas operacionais R$ 3.000 Tributos sobre as receitas R$ 2.000 Resultado antes de outros itens não considerados R$ 11.000 Nesse exemplo simplificado, sobrariam R$ 11.000 de resultado antes de outros itens eventualmente aplicáveis, como despesas financeiras, depreciação e outros componentes não contemplados na tabela. Entretanto, isso não significa que os R$ 11.000 estarão necessariamente disponíveis na conta bancária. Parte das vendas pode ainda não ter sido recebida. A empresa também pode ter parcelas de empréstimos a pagar, investimentos em equipamentos ou outros desembolsos que não aparecem integralmente como despesas do período. O contrário também acontece: uma conta bancária pode apresentar saldo positivo mesmo quando a empresa acumula prejuízos, especialmente se houver empréstimos ou aportes dos sócios. O que fazer? Comece acompanhando mensalmente três informações: faturamento, resultado da empresa e fluxo de caixa. Essa separação permite compreender se o problema está na rentabilidade do negócio, no momento em que o dinheiro entra e sai ou em ambos. 2. Você pode estar vendendo por um preço que não cobre todos os custos Outro motivo frequente para a falta de dinheiro é a formação inadequada dos preços. Muitos empresários definem seus preços observando a concorrência, acrescentando uma margem sobre o custo de compra ou simplesmente cobrando o valor que acreditam que o cliente aceitará pagar. O problema é que o preço precisa considerar mais do que o custo direto do produto ou serviço. Dependendo da atividade, é necessário levar em conta: Imagine um comércio que vende determinado produto por R$ 100. O custo de aquisição é de R$ 55. Além disso, a venda gera R$ 10 em tributos, taxas e outros custos variáveis. Nesse cenário, restam R$ 35 antes da consideração das despesas fixas e de outros custos que ainda precisam ser cobertos. Se o empresário acreditar que ganhou R$ 45 apenas porque vendeu por R$ 100 um produto que custou R$ 55, poderá superestimar sua margem e tomar decisões equivocadas. A situação fica ainda mais delicada quando a empresa oferece descontos sem avaliar seus efeitos sobre a rentabilidade. Uma redução aparentemente pequena no preço pode comprometer significativamente o resultado, dependendo da margem original. O que fazer? Revise a formação dos preços e identifique todos os custos relacionados à operação. Depois, avalie se os preços praticados permitem cobrir as despesas e alcançar uma margem compatível com os objetivos do negócio. O contador pode ajudar a fornecer informações contábeis e tributárias relevantes para essa análise. Em situações que exigem um estudo detalhado de custos e precificação, também pode ser necessário um trabalho específico de gestão financeira. 3. Você está misturando o dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa Esse problema é especialmente comum em pequenas empresas administradas diretamente pelos proprietários. O empresário utiliza a conta da empresa para pagar despesas pessoais, transfere dinheiro para sua conta particular sem planejamento e, quando precisa cobrir uma obrigação empresarial, utiliza recursos pessoais novamente. Com o tempo, fica difícil saber quanto o negócio realmente gera, quais despesas pertencem à operação e quanto o proprietário pode retirar sem comprometer a empresa. Imagine que um prestador de serviços tenha recebido R$ 20.000 em determinado mês. Durante esse período, ele pagou despesas empresariais, retirou dinheiro para despesas familiares e realizou algumas transferências entre contas. Ao consultar o extrato bancário, vê que o saldo diminuiu bastante. Entretanto, sem classificar corretamente as movimentações, não consegue identificar se o dinheiro foi consumido por despesas operacionais, retiradas pessoais ou outros compromissos. Essa falta de clareza prejudica as decisões financeiras. É importante destacar que a retirada de recursos pelo sócio não tem necessariamente a mesma natureza de uma despesa operacional. Pró-labore, distribuição de lucros, reembolsos e outras movimentações precisam receber o tratamento contábil e tributário adequado a cada situação. Como organizar as finanças pessoais e empresariais? Algumas medidas ajudam a estabelecer uma separação mais clara: Separar as finanças não é apenas uma questão de organização: é uma condição importante para compreender a rentabilidade e preservar a saúde financeira da empresa. 4. Sua empresa não controla adequadamente o fluxo de caixa Uma empresa pode apresentar vendas expressivas e até registrar lucro, mas enfrentar dificuldades para pagar as contas no vencimento. Isso

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contador brasileiro conversando com um pequeno empresário em um escritório moderno e organizado. Ambos analisam documentos financeiros genéricos e informações em um notebook, demonstrando atenção, confiança e colaboração.

Quanto custa um contador em 2026? Veja os valores e como escolher

Contratar um contador é uma decisão importante para quem está abrindo uma empresa, formalizando uma atividade profissional ou buscando melhorar a gestão do negócio. Mas uma dúvida costuma aparecer antes mesmo de conversar com um escritório: quanto custa um contador por mês em 2026? O preço da contabilidade varia conforme o tipo de empresa, o regime tributário, a quantidade de notas fiscais, o número de funcionários e os serviços incluídos no contrato. Por isso, duas empresas com faturamentos semelhantes podem receber propostas diferentes. Neste artigo, você vai conhecer faixas de preços referenciais, entender o que influencia os honorários contábeis e descobrir como comparar propostas para escolher um escritório adequado às necessidades da sua empresa. Quanto custa contratar um contador em 2026? Em 2026, os preços divulgados publicamente por escritórios contábeis apresentam diferenças significativas. Serviços básicos para MEI podem custar algumas dezenas ou centenas de reais por mês, enquanto a contabilidade de pequenas empresas pode exigir um investimento mensal maior, especialmente quando há funcionários, comércio ou obrigações fiscais mais complexas. A tabela a seguir reúne faixas indicativas observadas em ofertas públicas e conteúdos de escritórios contábeis consultados durante a pesquisa. Tipo de empresa Faixa mensal referencial MEI que contrata apoio contábil básico R$ 50 a R$ 200 Microempresa prestadora de serviços no Simples Nacional, com operação simples R$ 150 a R$ 700 Microempresa comercial no Simples Nacional R$ 200 a R$ 1.000 Pequena empresa com funcionários ou maior volume de operações R$ 350 a R$ 1.500 Empresa no Lucro Presumido R$ 400 a R$ 2.000 ou mais Importante: essas faixas são referências amplas para comparação, não preços oficiais nem médias estatísticas comprovadas. Os valores se sobrepõem porque o enquadramento empresarial, por si só, não determina o trabalho necessário. Algumas propostas de serviços mais abrangentes podem superar os intervalos apresentados. Os valores foram confrontados com preços e faixas divulgados por empresas do setor em 2026. A tabela referencial da Associação Nacional dos Profissionais da Contabilidade (ASSCON), por sua vez, esclarece que seus parâmetros têm caráter orientativo e não vinculante. Outro ponto importante: as faixas dizem respeito aos honorários contábeis, e não aos impostos que a empresa precisa pagar. O DAS, o INSS, o IRPJ e outros tributos são obrigações distintas da mensalidade do contador. Antes de comparar preços, confirme também se a proposta contempla escrituração contábil, departamento pessoal, consultoria e serviços extraordinários ou se esses itens são cobrados separadamente. Quanto custa um contador para MEI? O Microempreendedor Individual possui um regime simplificado de recolhimento de tributos e obrigações. Por isso, suas necessidades contábeis normalmente são diferentes das de uma microempresa. O MEI não é obrigado, como regra geral, a contratar um contador mensalmente apenas por estar formalizado nessa categoria. Entretanto, isso não significa que ele não possa se beneficiar de acompanhamento profissional. Um contador pode ajudar com questões como: Os serviços podem ser contratados pontualmente ou por meio de um plano mensal, conforme a necessidade do empreendedor. Na pesquisa realizada, foram encontradas ofertas públicas de apoio contábil para MEI aproximadamente entre R$ 50 e R$ 200 mensais. O preço efetivo depende do que está incluído no plano e do nível de acompanhamento oferecido. Por exemplo, um MEI que precisa apenas de orientação para uma declaração pode ter uma necessidade diferente daquela de um empreendedor que deseja acompanhamento mensal para controlar o faturamento e preparar o crescimento do negócio. O mais importante é verificar se o serviço contratado realmente atende às necessidades da atividade. Quanto custa uma contabilidade para microempresa? Para uma microempresa, o valor dos honorários depende de fatores como atividade econômica, regime tributário, movimentação fiscal, número de funcionários e complexidade das obrigações. Uma prestadora de serviços com poucas notas fiscais e sem empregados pode demandar uma rotina diferente daquela de uma loja que realiza diversas vendas, recebe mercadorias e precisa controlar operações fiscais de entrada e saída. Empresa prestadora de serviços Empresas de consultoria, tecnologia, marketing e outras atividades de prestação de serviços podem encontrar propostas de contabilidade mensal com valores bastante variados. Nas ofertas públicas pesquisadas, foram encontrados preços de entrada na faixa de R$ 150 a R$ 700 mensais para determinadas microempresas do Simples Nacional. Serviços mais abrangentes ou operações mais complexas podem custar mais. É importante observar que o preço anunciado pode estar condicionado a limites de faturamento, quantidade de notas fiscais, ausência de funcionários ou contratação de um plano específico. Outro cuidado diz respeito à tributação. Algumas atividades podem estar sujeitas a regras como o Fator R do Simples Nacional, que influencia o enquadramento tributário de determinadas prestações de serviços. O acompanhamento contábil precisa considerar essas particularidades. Empresa comercial Uma empresa comercial normalmente possui rotinas fiscais diferentes das de uma prestadora de serviços. Além das notas fiscais emitidas, pode haver necessidade de conferir documentos de compras, analisar operações com mercadorias, verificar regras estaduais e acompanhar obrigações tributárias específicas. Por esse motivo, o preço não deve ser definido apenas pelo faturamento mensal. Uma loja que emite muitas notas e compra mercadorias de diferentes fornecedores pode exigir mais trabalho do que uma empresa com receita semelhante, mas poucas operações. Empresa com funcionários A existência de empregados também pode aumentar o trabalho contábil e administrativo. O departamento pessoal pode envolver atividades como: Nem todo contrato de contabilidade inclui todos esses serviços na mensalidade básica. Por isso, é importante verificar como o escritório calcula os honorários quando a empresa contrata funcionários. O que influencia o preço dos honorários contábeis? Não existe um único critério capaz de determinar o valor adequado da contabilidade para todas as empresas. Na prática, o escritório precisa avaliar o trabalho necessário para atender cada cliente. Os principais fatores são os seguintes. 1. Regime tributário O regime tributário influencia a quantidade e a complexidade das rotinas fiscais. Uma empresa do Simples Nacional pode ter obrigações diferentes das de uma empresa no Lucro Presumido ou no Lucro Real. O enquadramento também pode exigir análises específicas sobre receitas, atividades, retenções e tributos incidentes nas operações. 2. Faturamento e movimentação da empresa O faturamento pode ser um dos critérios utilizados

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Microempreendedor e contadora analisando relatórios financeiros e dados no notebook em um escritório moderno com iluminação natural.

MEI em 2027: novo limite de faturamento, perdão de dívidas e o que muda para o empreendedor

O Microempreendedor Individual (MEI) poderá ter mais espaço para crescer nos próximos anos. Um projeto aprovado pelo Senado Federal em outubro de 2026 prevê o aumento do limite de faturamento anual, a possibilidade de remissão de determinadas dívidas com a União e mudanças nas regras de contratação de empregados. A proposta também prevê medidas para ampliar a participação dos pequenos negócios nas contratações públicas. As mudanças despertaram o interesse de milhões de empreendedores, principalmente daqueles que estão próximos do limite atual de faturamento ou enfrentam dificuldades para manter suas obrigações fiscais em dia. Mas é importante ter atenção: a aprovação do projeto pelo Congresso não significa que todas as mudanças já estejam valendo. Em 16 de outubro de 2026, o texto havia sido encaminhado à sanção presidencial. Neste artigo, você vai entender o que está previsto, quais são os possíveis impactos para o seu negócio e quais cuidados deve tomar enquanto as mudanças não entram em vigor. O que foi aprovado para o MEI em 2026? O Senado aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 186/2026, que altera regras aplicáveis ao Microempreendedor Individual. Entre os principais pontos da proposta estão: A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 14 de outubro e pelo Senado Federal em 15 de outubro de 2026. No dia seguinte, o projeto foi encaminhado à Presidência da República para sanção. Até a conclusão do processo legislativo, o limite vigente permanece sendo de R$ 81 mil por ano, e as regras atuais continuam aplicáveis. A situação oficial do projeto pode ser acompanhada na página do Senado Federal. Qual será o novo limite de faturamento do MEI? Uma das mudanças mais aguardadas é o aumento do limite de receita bruta anual permitido para o Microempreendedor Individual. Atualmente, o teto é de R$ 81 mil por ano, valor que está em vigor desde 2016. O projeto aprovado prevê um aumento progressivo, conforme a tabela abaixo. Período Limite anual previsto Média mensal equivalente Regra atual R$ 81.000 R$ 6.750 2027 R$ 110.000 R$ 9.166,67 2028 R$ 140.000 R$ 11.666,67 Atenção: os valores para 2027 e 2028 correspondem ao projeto aprovado, mas ainda dependem da conclusão do processo legislativo. A média mensal é apenas uma referência para planejamento financeiro. O limite legal é anual, e o empreendedor precisa acompanhar o faturamento acumulado e observar as regras aplicáveis ao seu enquadramento. Como o aumento pode beneficiar o MEI? Imagine um prestador de serviços que fatura R$ 8.000 por mês. Mantendo esse faturamento durante 12 meses, sua receita anual será de R$ 96 mil. Pelo limite atual de R$ 81 mil, esse faturamento ultrapassaria o teto do MEI. Se a mudança prevista para 2027 entrar em vigor nos termos aprovados, o limite de R$ 110 mil permitirá acomodar um faturamento anual como esse, desde que o empreendedor também cumpra os demais requisitos legais para permanecer no regime. Agora considere um pequeno comerciante que fatura R$ 11 mil mensais. Mantido durante um ano inteiro, esse valor corresponde a R$ 132 mil. Com o limite de R$ 110 mil previsto para 2027, esse faturamento ultrapassaria o teto. Já o limite de R$ 140 mil previsto para 2028 seria suficiente, caso a proposta seja implementada nesses termos e as demais condições sejam atendidas. Esses exemplos mostram como a mudança poderá dar mais espaço para o crescimento de determinados negócios. Entretanto, faturar abaixo do teto não é o único requisito para ser MEI. A atividade exercida, a participação do titular em outras empresas e as demais condições legais também precisam ser observadas. O governo vai perdoar as dívidas dos MEIs? Outro ponto que chamou a atenção nas notícias foi a previsão de remissão de dívidas de responsabilidade dos microempreendedores individuais com a União. A medida busca aliviar a situação de empreendedores que enfrentam dificuldades financeiras e possuem débitos federais pendentes. De acordo com as informações divulgadas pelo Senado, o projeto prevê a remissão integral dos créditos abrangidos que sejam de responsabilidade do MEI, inscritos ou não na Dívida Ativa da União, até 13 de outubro de 2026. Isso significa que a proposta não se limita aos débitos que já foram encaminhados para cobrança pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. No entanto, é necessário observar o alcance exato da medida e as condições previstas no texto aprovado. Quais dívidas poderão ser perdoadas? O benefício está relacionado aos créditos de titularidade da União que se enquadrem nas condições previstas no projeto. Não se deve interpretar a notícia como um perdão automático de qualquer dívida que o empreendedor possua. Débitos estaduais, municipais, bancários, com fornecedores ou outras obrigações que não estejam abrangidas pela medida não devem ser considerados automaticamente perdoados. O tratamento dos débitos federais também dependerá das condições legais aplicáveis. O MEI precisará cumprir alguma condição? Sim. Segundo as informações oficiais divulgadas pelo Senado, o projeto prevê condições para a manutenção do benefício. Entre elas estão: O descumprimento da condição relativa aos pagamentos futuros poderá provocar o cancelamento da remissão. Por isso, é fundamental que o empreendedor não tome decisões com base apenas nas manchetes. A forma de requerimento, os procedimentos de comprovação e as orientações operacionais deverão ser conferidos nos canais oficiais, considerando a legislação efetivamente publicada e sua regulamentação, quando necessária. O que fazer se o MEI possui dívidas em atraso? Enquanto a mudança não estiver em vigor, o mais prudente é consultar a situação fiscal e identificar quais débitos estão pendentes. O empreendedor também deve verificar se possui parcelamentos ativos e quais obrigações continuam exigíveis. Não é recomendável interromper pagamentos ou abandonar um parcelamento apenas porque existe uma proposta de remissão de dívidas. O ideal é avaliar cada situação individualmente e acompanhar as orientações oficiais da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O MEI poderá contratar dois funcionários? O projeto aprovado também prevê mudanças no limite de contratação de empregados pelo MEI. Atualmente, a regra geral permite a contratação de um empregado, observadas as condições legais. O texto aprovado prevê a possibilidade de contratação de até dois empregados nas hipóteses e condições

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